Trump pode usar PCC e Comando Vermelho como desculpa para intervenção militar no Brasil

A nova "Doutrina Donroe" e Elevam Risco de Intervenção Militar no Brasil ao classificar PCC e comando vermelho como terrorista.

09/03/2026 às 12:19
Trump pode usar PCC e Comando Vermelho como desculpa para intervenção militar no Brasil
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O Brasil agora pode se tornar um alvo direto de Donald Trump, que pode usar facções como Comando Vermelho e PCC como justificativa para uma possível intervenção militar no país. A administração Trump substituiu a lógica de cooperação multilateral por uma nova orientação estratégica, conhecida como Corolário Trump à Doutrina Monroe, segundo a qual a soberania dos países latino-americanos passa a depender do alinhamento com os interesses de segurança dos Estados Unidos.

Em dezembro de 2025, foi anunciada uma nova estratégia hemisférica de segurança e iniciativas militares regionais voltadas ao combate a cartéis e organizações criminosas. Nesse contexto, a classificação de cartéis como organizações terroristas poderia servir de base legal para operações militares fora do território dos EUA, especialmente em países onde Washington considere que as forças locais não conseguem controlar essas organizações.

O Brasil no Alvo: Narcoterrorismo e Coerção

A administração do presidente Donald Trump avalia classificar as facções brasileiras Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital (PCC) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO). A decisão, que estaria em análise no governo dos Estados Unidos, poderia ser anunciada em breve pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos.

A informação foi divulgada primeira mão pela jornalista Mariana Sanches, do portal UOL, e confirmada por fontes ligadas ou próximas ao governo norte-americano. De acordo com a apuração, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, teria sido informado em Washington sobre o avanço da proposta e tentou contato com o secretário de Estado Marco Rubio para discutir o tema.

Se a medida for oficializada, as duas organizações passariam a integrar a lista de grupos considerados terroristas pelos Estados Unidos. Essa designação costuma resultar em sanções automáticas, como o congelamento de ativos sob jurisdição norte-americana e a proibição de qualquer tipo de apoio material por cidadãos ou entidades dos EUA.

O enquadramento também pode gerar restrições migratórias para pessoas associadas às organizações e ampliar riscos legais para empresas que operem em áreas onde esses grupos atuam. Nesses casos, companhias podem ser alvo de sanções aplicadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos.

Dentro do governo americano, o debate sobre classificar grandes organizações criminosas como grupos terroristas vem ocorrendo há meses e envolve autoridades responsáveis pela política externa e pela estratégia antidrogas. Entre os defensores da iniciativa está a diretora do Gabinete de Políticas Nacionais de Controle de Drogas dos Estados Unidos, Sarah Carter, responsável pela coordenação das políticas antidrogas da atual administração.

A mesma justificativa usada para capturar Nikolas Maduro

A captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026 serviu como prova de conceito para a nova doutrina. A extração do líder venezuelano sob acusações de narcotráfico sinalizou que a soberania nacional não é mais um impedimento para operações de "decapitação de regime" conduzidas pelos EUA.


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