Não há, no Brasil, nenhuma mulher tão relevante quanto Tatiana Sampaio.

Bióloga e professora doutora na Universidade Federal do Rio de Janeiro dedicou mais de 25 anos estudando uma proteína chamada laminina, que pode ser a cura para paraplégicos.

16/02/2026 às 11:36
Não há, no Brasil, nenhuma mulher tão relevante quanto Tatiana Sampaio.
Bióloga e professora doutora na Universidade Federal do Rio de Janeiro
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Uma pesquisa brasileira liderada pela cientista Tatiana Coelho de Sampaio, está trazendo esperança para pessoas paraplégicas e tetraplégicas com lesões na medula espinhal em todo o mundo. 

Tatiana Sampaio é bióloga e professora doutora na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Formou-se em Biologia, com foco em biologia celular e molecular da matriz extracelular. Fez mestrado e doutorado investigando como proteínas da matriz extracelular afetam desenvolvimento e organização dos tecidos, especialmente no sistema nervoso. Desde os anos 2000, atua como professora e pesquisadora na UFRJ, onde coordena o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular. Ela orienta estudantes de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado, e colabora com grupos de pesquisa no Brasil e no exterior. Ela e sua equipe trabalharam por mais de 25 anos estudando uma proteína chamada laminina, presente naturalmente no corpo humano e muito importante no desenvolvimento do sistema nervoso.

A partir desses estudos, Tatiana e sua equipe criaram a polilaminina, uma versão experimental da proteína extraída da placenta humana, capaz de estimular a reconexão de neurônios lesionados na medula espinhal. Essa substância, ainda em fase de testes clínicos e regulatórios, tem apresentado resultados inéditos e surpreendentes em pessoas com paraplegia e tetraplegia. Embora possa parecer difícil de acreditar, o tratamento já devolveu mobilidade parcial e, em alguns casos, total a determinados pacientes. Seis participantes apresentaram conversão neurológica total ou parcial, um resultado considerado impressionante pela comunidade científica. A ideia de pessoas paraplégicas voltarem a se movimentar era, até pouco tempo atrás, vista como algo fora do alcance da ciência. Entre 8 e 10 pessoas participaram dos testes experimentais iniciais, com resultados promissores. Em relatos ampliados, por meio de uso compassivo e decisões judiciais, até 16 pacientes receberam o tratamento experimental. Atualmente, cinco voluntários estão sendo incluídos na fase 1 do estudo clínico autorizada pela Anvisa.