Abaixo-Assinado pelo Fim da Escala 6x1 no Brasil

Abaixo-Assinado pelo Fim da Escala 6x1 no Brasil


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Sobre o Abaixo-Assinado

Seis dias consecutivos de trabalho para apenas um de descanso, é uma realidade imposta a milhões de trabalhadores brasileiros. Mas o problema vai muito além da carga horária: é a subtração do tempo de viver. Sem margem para cuidar dos filhos, organizar a casa ou simplesmente respirar, o único dia de folga vira uma corrida contra o relógio para dar conta de tudo o que ficou acumulado durante a semana. O descanso, na prática, não existe.


  • Nos países mais desenvolvidos do mundo, a escala 6x1 é coisa do passado. No Brasil, ainda é o presente de milhões.


Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a média semanal de horas trabalhadas no Brasil supera a de todos os países do G7: o Canadá trabalha em média 32,1 horas por semana, a Alemanha 34,2 horas, a França e o Reino Unido 35,9 horas, a Itália e o Japão 36,6 horas e os Estados Unidos 38 horas — todos abaixo da média brasileira. A Holanda, país com uma das menores jornadas do mundo segundo a OCDE, trabalha em média 29,2 horas semanais; a Dinamarca, 32,4 horas; e a Suécia, 35,9 horas. Esses países compreenderam que quem gera renda e movimenta a economia precisa, também, ter tempo para descansar, conviver com a família e cuidar da própria saúde.


O que está acontecendo agora

O fim da escala 6x1 ainda não foi aprovado e segue em discussão no Congresso Nacional. Existem duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) em tramitação na Câmara dos Deputados: a PEC 8/2025, da deputada Érika Hilton (PSOL-SP), que propõe a substituição da escala 6x1 pela 4x3, com jornada de até 36 horas semanais; e a PEC 221/2019, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que prevê a redução gradual da jornada para 36 horas ao longo de dez anos. 


Em 15 de abril de 2026, o relator das PECs na CCJ da Câmara, deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável ao avanço dos textos, mas a votação foi adiada após pedido de vista coletiva. Paralelamente, o governo federal enviou ao Congresso, em caráter de urgência, um projeto de lei que propõe reduzir a jornada para 40 horas semanais, com dois dias de descanso, preferencialmente aos sábados e domingos, sem redução salarial. 

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O Brasil está mudando — e o trabalhador não pode ficar para trás

Os dados econômicos sustentam a mudança. Uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicada em fevereiro de 2026, concluiu que os custos da redução da jornada para 40 horas seriam comparáveis aos de reajustes históricos do salário mínimo — medidas que não geraram desemprego. Nos grandes setores empregadores, como indústria e comércio, o impacto no custo operacional seria inferior a 1%. Um levantamento da economista Marilane Teixeira, do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit) da Unicamp, indica que a redução da jornada de 44 para 36 horas tem potencial de gerar até 4,5 milhões de novos empregos no Brasil e elevar em cerca de 4% os níveis de produtividade do país. Ao trabalhar menos horas, as empresas precisam contratar mais pessoas para manter a operação — o que amplia a formalização, aquece o consumo interno e fortalece a economia como um todo.


O que exigimos

  1. O fim da escala 6x1 em todo o território nacional
  2. A implementação de uma jornada máxima mais justa, com pelo menos dois dias de descanso semanal
  3. Garantia de que não haverá redução salarial
  4. Transição justa para trabalhadores e empresas
  5. Prioridade na tramitação das propostas no Congresso Nacional


O Brasil já avançou em diversos direitos trabalhistas ao longo da história. A Constituição de 1988 reduziu a jornada máxima de 48 para 44 horas semanais. Agora, décadas depois, é o momento de dar mais um passo — respaldado por dados, por comparações internacionais e pela realidade de milhões de brasileiros que trabalham seis dias para descansar apenas um.


Assine e compartilhe. Essa mudança depende de todos nós.

Atualizações

16/04/2026

Brunomarinz criou este abaixo-assinado 16/04/2026