PM matou médica após confundir carro com o de criminosos
A própria PM afirma que confundiu o carro de Andréa Marins Dias, 61 anos, médica oncologista com 28 anos de carreira, com o de suspeitos.
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Andréa Marins Dias, ginecologista e cirurgiã, 61 anos, formada pela Uni-Rio, com mais de 28 anos dedicados à saúde da mulher, foi baleada dentro do próprio carro na noite de domingo, 15 de março, no bairro de Cascadura, zona norte do Rio de Janeiro. A principal suspeita é que o carro tenha sido confundido com o de criminosos. Ela tinha acabado de sair da casa da mãe quando foi atingida.
Como aconteceu:
Policiais do 9º Batalhão, Rio de Janeiro, Rocha Miranda procuravam um Corolla Cross suspeito de roubos. Encontraram um carro com as mesmas características — o de Andréa — junto com uma moto e um Jeep. Segundo a versão dos agentes, os veículos fugiram e os ocupantes dispararam contra a viatura.
A médica foi encontrada na Rua Palatinado, morta no banco do motorista, com um ferimento de bala. A polícia não informou se o veículo da médica era o mesmo apontado pelo pedestre como suspeito.
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ENTRAR NO GRUPO DO WHATSAPPA PM afirmou que os policiais portavam câmeras corporais e que os dispositivos, assim como as armas utilizadas, estão à disposição da investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios da Capital. Os agentes foram afastados de atividades externas por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira.
Mãe de uma mulher de 30 anos, Andréa usava as redes sociais para orientar pacientes sobre endometriose e saúde feminina. Em um vídeo publicado em 2024, ela contou: "Eu tenho 27 anos cuidando de mulher. Resolvi que isso seria um desafio para ajudar as mulheres, ajudar a dor das mulheres." Atuava no Hospital do Câncer IV, do INCA, unidade voltada a cuidados paliativos.
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